diálogo com o poema abaixo: História Ana Martins Marques

Neste instante 

Tenho a eternidade nos 

veios,

sulcos de assombro

e verbo

a efemeridade do horizonte 

perdida na onda 

de chegadas e partidas

meus dentes 

são molduras 

de séculos em silêncio

o tapete esvoaçante 

de meus pensamentos

tingi em aquarela milenar

na porta bate o momento 

de limpar os olhos 

e velar o corpo.

www.instagram.com/reel/ConK_CcIjkj/

Publicado por focomfo

Escrevo na dobra corpo, pulso, ciclos encontros, acontecimento ondas de pertencimento.

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